Login

E-mail

Senha

Lembrar

Cadastre-se

Menu
HOME

  INDIQUE!

  COMUNIDADE
NO ORKUT
 

AMIZADES

  ASSINAR O NATIONAL
 

BLOGS

  BRAZILIAN SUPERLIST
 

  CÂMARAS DE COMÉRCIO
 

  CLASSIFICADOS
GRÁTIS
 

CONSULADOS

DINHEIRO

FESTAS

IMIGRAÇÃO
IMÓVEIS

NATIONAL

NOTÍCAS

TEMPO

VIDEOS

RSS FEED
Brasil|Leia o jornal National na versão integral
Envie essa matéria para um amigo


8/16/2007 - 11:17

A incoerência de Bush


Fonte: Agência BR NEWS

Jehozadak Pereira

O governo do presidente George W, Bush tem tudo para ter o pior final da história da política americana. A começar pela debandada de alguns figurões como Karl Rowe, o principal assessor do presidente que preferiu ir embora, dizendo que quer manter distância da próxima campanha presidencial. Daqui por diante, o governo Bush entra naquele marasmo próprio de quem já está cansado e cansou a nação com as suas atitudes e forma de governar.



Como já não bastassem todos os problemas enfrentados com alguns escândalos e principalmente com a Guerra do Iraque, Bush resolve implementar algumas medidas contra trabalhadores indocumentados, talvez na esperança de agradar os seus pares do Partido Republicano, que rejeitaram qualquer entendimento para aprovar uma nova lei imigratória que resolvesse definitivamente um problema que atormenta a todos.

Talvez seja isto, talvez não, mas não se sabe ao certo o que levou o homem que um mês antes dizia lutar para que a lei fosse aprovada, enchendo de esperança milhões de pessoas, e um tempo depois impõe leis restritivas para coibir as atividades destes trabalhadores.

O pacotão indecente de Bush diz, entre outras coisas, que as empresas devem checar o status imigratório dos empregados que eventualmente contrata, como se os empregadores não soubessem quem estão contratando.

Se cada uma destas leis impostas por George W. Bush for cumprida pelas empresas, muitas delas quebrarão em três meses, pois é notória a dependência delas da mão de obra do trabalhador indocumentado. O que fazer quando determinadas colheitas começarem a apodrecer porque não há quem colha? Ou que jornais deixem de ser entregues, por falta de gente para entregá-los? Ou filas intermináveis em restaurantes, lanchonetes, e supermercados?

Pode-se imaginar o efeito que isto teria na economia americana, passando por uma crise momentânea por causa dos negócios imobiliários. Seria desastroso que empresas e companhias deixassem de funcionar por causa da aplicação de leis esdrúxulas e estapafúrdias como estas que Bush quer impor ou reafirmar a existência.

Num estado extremamente legalista, como o americano, as leis devem ser cumpridas e não discutidas, e se existe uma lei que ela seja aplicada. Mas a que preço?
É errado pensar que 12 milhões de pessoas vão embora da América só porque tais leis foram promulgadas. Deve-se levar em consideração que muitos destes 12 milhões de indocumenhtados têm filhos nascidos nos Estados Unidos, e portanto, tem o direito de permanecer na sua terra, mesmo que seus pais sejam indocumentados. Ou ainda esperar que pessoas que estão estabelecidas há anos, vão deixar as suas vidas e afazeres para ir embora.

Ou ainda que empresários vão deixar que seus negócios quebrem passivamente sem dar uma banana para o governo e suas leis restritivas.

A realidade é que trabalhadores continuarão a ser contratados ou permanecerão nos seus postos de trabalho, pois os empregadores continuarão a ignorar solenemente o governo.
Aliás, muitos empresários afirmam que se dessem os seus negócios para um burocrata ou político gerenciar, eles quebrariam em questão de dias.

Bush foi o presidente americano com mais possibilidades, comparado a qualquer outro mandatário desta nação, de fazer um governo inesquecível em todos os aspectos, mas optou deliberadamente pelo acanhamento – principalmente na área imigratória – submetendo-se aos caprichos dos seus colegas republicanos e perdendo a oportunidade de fazer a diferença.

Bem que ele podia deixar os seu pruridos de lado e seguir o exemplo de Bill Clinton, o seu antecessor, que promulgou nos últimos dias do seu governo a abertura da Lei 245i, mesmo que tivesse naquela situação um quadro hostil e contrário. Clinton não parecia ter medo de cara feia ou de insatisfeitos, ao contrário de Bush que parece ter verdadeiro pavor do seu eleitorado conservador e tacanho.

Mais uma vez, a conta sobra para o trabalhador indocumentado, ignorado, perseguido e abandonado à sua própria sorte.
Envie essa matéria para um amigo

Comentários. Deixe o seu!

Seja o primeiro a deixar a opinão sobre esse assunto!

Leitor cadastrado.
Faça o login para comentar!

E-mail

Senha

Lembrar de mim neste computador



Novo no site?
Cadastre-se para comentar e receber um e-mail quando tiver novas notícias.

E-mail

Zip-code

Senha

Confirme a senha


Aceitando nossos e-mails, você receberá as notícias do site diretamente em sua caixa postal e eventualmente, promoções, como ingressos grátis para eventos brasileiros e/ou ofertas exclusivas aos usuários cadastrados do site.






© 2004 Brazilian Superlist . Todos os direitos reservados.
Aviso Legal. Política de Privacidade