Nesta época marcada pela transição política americana, cresce a expectativa dos imigrantes – estimados em 12 milhões de indocumentados– acerca de uma lei que permita a legalização de grande parte deles, que hoje estão à margem da sociedade, embora inseridos nela, pois são os que trabalham produzindo riqueza e progresso.
Mesmo com a aparente boa vontade do presidente George W. Bush, os parlamentares do seu próprio partido foram o entrave no ano passado para que a lei não saísse. Mesmo com minoria no Congresso, Bush conta com a simpatia dos democratas para aprovar uma lei que abranja o maior número possível de imigrantes. Hoje, os imigrantes não falam mais em voltar para os seus países de origem e investem nos Estados Unidos, como nunca antes. Cada vez é maior o número de imigrantes que são donos de empresas e, portanto, empregadores que pagam salários e contribuem com os seus impostos.
Também há trabalhadores imigrantes que ganham mais do que os próprios americanos. Nunca se comprou tanta casas e carros e os imigrantes somente não mandam os seus filhos para as universidades por causa dos documentos que a maioria não tem. Hoje, os hispânicos – 13% da população – são mais numerosos que os negros – 12% da população, e há previsões que consigam eleger um número cada vez maior de representantes nas casas legislativas e pelo menos um governador.
Deve-se lembrar que os Estados Unidos foram colonizados por imigrantes que desbravaram cada pedaço da nação; logo, não há que se falar em americanos puros, pois é raro – a menos que sejam indígenas – uma família que não tenha um pé em outra nação.
Há as vidas paralelas que os povos que vivem aqui levam. O que isto significa? Que brasileiros, vivem como se no Brasil estivessem, mesmo morando numa das nações mais prósperas e ricas do planeta. Agora multiplique isto por outros povos. Cada qual vive do seu modo, independentemente do que acham ou consideram os americanos.
Contra argumentando, muitos dizem que eles procedem do mesmo modo quando moram fora. Isto acontece porque somos gregários – queremos e fazemos questão – de estar junto com quem nos identificamos, mesmo se não morremos de amores pelo nosso vizinho que é capixaba, mineiro, catarinense ou goiano.
Considerando uma anistia que nos proporcione uma vida melhor e mais digna, tem muito mais além do que aquilo que pensamos ver ali na esquina. Uma anistia tem a amplitude de abrir novos e lucrativos horizontes e de abrir os nossos olhos para aquilo que de melhor a terra americana tem para nos oferecer. Nos últimos tempos há quem prefira ir para o Canadá que é o segundo maior país do mundo em extensão territorial e também um dos menores em população demográfica. Lá sobram empregos, o sistema de saúde é dos mais eficientes do mundo, as leis de imigração são flexíveis e beneficiam milhares de pessoas todos os anos. Uma prova disso pode ser obtida em qualquer consulado canadense ao redor do mundo. Tal como na Austrália e Nova Zelândia que também incentivam a imigração, poucos querem saber de ir para estes países. O porquê talvez demore algum tempo para ser respondido.
Já para os Estados Unidos… bem, aí a história é totalmente diferente. Cerca de sete entre dez imigrantes do mundo inteiro prefiram a América, provavelmente porque aqui – ainda – é possível em poucos anos construir uma vida sólida financeiramente e por ser um país construído predominantemente por imigrantes de todos os lugares do mundo. Imigrantes que hoje marcam a vida e a sociedade americana em todos os sentidos, seja exercendo funções em órgãos públicos, seja na polícia, nas forças armadas e até nas universidades.
E isso ai imigrantes vamos mostra para esses americanos que eles tambem vieram dos nossos paises, eles pensam que sao os unicos, pois mais uma vez ai esta a prova de quem realmente sao, sao nada mais nada menos que nossos irmaos so que de paises diferentes. Continuem imigrantes invistam neste pais pois aqui esta todo o nosso dinheiro.
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