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6/22/2007 - 8:11

Abuso sexual por professor triplica em NY


Fonte: G1.com.br

Respeitado professor de inglês está entre acusados, por fazer sexo com aluna. Antes, duas professoras foram demitidas por manter relações com alunos.



A acusação não poderia ter sido apresentada contra um educador mais respeitado ou popular: James Darden, professor de inglês da oitava série, homenageado em um encontro da escola no ano passado depois de receber um importante prêmio em educação.

No entanto, neste mês, Darden foi acusado de abuso sexual agravado depois que uma mulher, hoje com 21 anos, contou aos promotores que entre a idade de 13 a 15 anos ela e Darden, agora com 36 anos, mantinham relações sexuais na casa dele, no carro dele, na sala de aula dele e no banheiro masculino da escola Thomas Jefferson. Ele se declarou inocente das acusações.

Dias antes, duas professoras de 28 anos da escola de tratamento terapêutico para garotos negligenciados e com problemas emocionais em New Windsor, N.Y., foram acusadas de manter relações com dois alunos de 16 anos.

Esses e muitos outros casos são um sinal da crescente conscientização pública acerca das relações sexuais impróprias entre professores e alunos.

Embora as estatísticas federais revelem que os crimes sexuais, que em geral têm os jovens como vítimas –sejam eles cometidos por professores de escolas, padres ou parentes– tenham diminuído em todos os EUA desde o início da década de 90, o estado de Nova York registrou um aumento acentuado em uma categoria semelhante, porém mais abrangente, a dos chamados casos de aptidão moral, envolvendo professores e coordenadores credenciados.

Segundo um estudo recente realizado pelo Departamento Estadual de Ensino, o número de casos como esse praticamente triplicou nos últimos anos e a grande maioria das queixas era de cunho sexual. O estado de New Jersey não mantém esse tipo de estatísticas.

Especialistas em educação e policiais especulam que desde que centenas de casos de abuso sexual praticado por padres católicos vieram à tona nos últimos anos, resultando em milhões de dólares em acordos judiciais e julgamentos, as vítimas estão mais dispostas a reportar tais encontros indesejados. Além disso, como eles afirmam, as escolas possuem diretrizes mais claras sobre a informação aos agentes de polícia, e a entrada de mulheres nos cargos de promotores pode ter levado a um aumento na execução das leis.

“Grande parte do que vemos é um nível mais elevado de sensibilização, conscientização e disposição a reportar e processar”, disse David Finkelhor, diretor do Centro de Pesquisas de Crimes Contra Crianças da Universidade de New Hampshire.

“Houve também um aumento da presença feminina entre os agentes policiais. Uma das conseqüências disso foi desafiar uma relutância predominante há muito tempo em instaurar processos contra crimes que envolvem mulheres adultas e, ao que parece, garotos adolescentes com inclinação para tais atos”.

A escassez de dados nacionais sobre relatos de abuso de estudantes praticado por professores é o resultado de sua natureza abrangente: um espectro de crimes, desde comentários lascivos até a prática do sexo em si, e uma série de reações sobrepostas.

Existem os procedimentos disciplinares na escola, audiências estaduais para revogar o credenciamento e acusações criminais. E muitos casos simplesmente desaparecem sem ninguém se dar conta.

“Não há registros oficiais ou uma manutenção de dados sobre isso”, disse Nan Stein, cientista e pesquisadora sênior dos Centros da Mulher na Wellesley College, que muitas vezes testemunhou como especialista em casos envolvendo acusações de abuso sexual contra professores. “Quando os casos são resolvidos fora dos tribunais, fica muito difícil encontrar informações”.

Um estudo de 2000, realizado pela "American Association of University Women", grupo de associados sem fins lucrativos, e pela empresa de pesquisa de mercado Harris Interactive, utilizou uma amostra nacional de 2.064 meninos e meninas entre a oitava série e o último ano do ensino médio, perguntando a eles se já haviam passado pela experiência de “conduta sexual indesejada e importuna”, verbal ou física, provocada por professores ou funcionários da escola. Um estudo anterior realizado em 1993 incluía uma pergunta exatamente igual. A resposta foi consistente em ambas as pesquisas, com cerca de 10% dos meninos e meninas respondendo que sim.

No estado de Nova York, o Departamento de Educação recebe centenas de queixas por ano que colocam em xeque o caráter moral do professor ou coordenador, mas somente uma parte é transferida para um conselho de padrões e práticas profissionais. No ano letivo de 2000-1, o departamento teve de lidar com 36 casos como esses; no ano letivo de 2005-6, o número subiu para 104. O conselho determina se o caráter moral da pessoa é sólido o suficiente para reter a certificação de um professor ou coordenador.

Os tipos de comportamento que fariam questionar o caráter moral de um professor variam: incêndios criminosos, posse de drogas e fraudes, para citar apenas alguns. Contudo, o relatório do estado analisou os tipos de incidentes e crimes que levaram aos casos de aptidão moral nesses seis anos. O documento concluiu que entre os professores e coordenadores cujos certificados foram reclamados, mais de dois terços dos casos envolviam questões relacionadas a sexo, incluindo posse de pornografia infantil, atentado ao pudor, relacionamentos impróprios com alunos e crimes sexuais.

Alguns agentes policiais disseram que as relações de trabalho mais próximas com as escolas nos últimos anos enfatizaram o problema. Em New Jersey, por exemplo, os representantes da escola assinam um acordo anual que solicita que eles reportem qualquer “suspeita de que algum aluno esteja sofrendo abuso de professor ou de outro aluno”, disse John L. Molinelli, promotor do Bergen County encarregado do caso de Darden.

Da mesma maneira, a New York State School Boards Association oferece workshops sobre como lidar com as acusações de abuso. “Recomendamos que as escolas vão além da responsabilidade de reportar os casos e que treinem ativamente o seu pessoal quanto aos indícios de ocorrência de abuso sexual”, declarou David L. Ernst, porta-voz da associação.

Ainda assim, às vezes é mais fácil recordar indícios que já se passaram do que detectá-los no momento em que ocorrem. Na Kaplan School em New Windsor, por exemplo, onde a professora e sua assistente foram acusadas de manter relações sexuais com dois alunos, alguns colegas já haviam suspeitado dos relacionamentos.

“Só agora que outros funcionários da escola disseram que havia uma proximidade excessiva entre eles”, declarou Judy Williams, porta-voz da McQuade Children’s Services, organização sem fins lucrativos que administra a escola privada.

Ela se referia especificamente ao relacionamento entre o aluno e a professora, Rebecca Becker, que foi acusada de estupro em terceiro grau, ato sexual criminoso em terceiro grau e de colocar em risco o bem-estar de uma criança. A assistente da professora, Maria Zurita, foi acusada de estupro em terceiro grau e de colocar em risco o bem-estar de uma criança em um caso envolvendo outro aluno.

Contudo, Williams acrescentou, em um centro de terapia como o da Kaplan School, que atende cerca de 85 alunos, “a criação de um modelo a ser seguido e a construção de um relacionamento são algumas das coisas mais importantes que fazemos com os alunos, então se trata de uma linha tênue a ser traçada”.

O delegado de polícia de New Windsor, Michael C. Biasotti, contou que um dos alunos deveria ir para casa para o feriado de Memorial Day, mas ele nunca apareceu. Temendo que algo tivesse acontecido com ele, seguranças da escolha vasculharam seu quarto e encontraram 31 cartas de amor de Becker.

A polícia contou que em vez de tomar o trem, o aluno encontrou Becker, e juntos foram para a casa de Zurita, que já estava com o outro aluno. Ambas as professoras, cujo histórico havia sido pesquisado no banco de dados de abuso infantil do estado antes de serem contratadas, foram demitidas.

Em Teaneck, a prisão de Darden foi particularmente dolorosa para a comunidade, não só por sua reputação, mas também porque aconteceu após um triste caso envolvendo o ex-diretor da escola.

No último mês de junho, Joseph White, então diretor da Teaneck High School, foi acusado de prejudicar o bem-estar de uma criança depois que promotores relataram que ele manteve um diálogo explicitamente sexual com um aluno em sua sala. Essa acusação ocorreu três anos depois de White ter sido inocentado da acusação de molestar um adolescente em sua casa. White foi suspenso do cargo, mas reintegrado após ser inocentado. Ele se aposentou pouco depois que as mais recentes acusações foram apresentadas contra ele, as quais ainda aguardam solução.

A prisão de Darden dividiu a comunidade. “A tragédia é que os professores ficam suscetíveis às acusações de muitas coisas”, declarou Henry J. Pruitt, presidente do conselho da escola. “Às vezes não é verdade, mas até que tudo se resolva a sua reputação é arruinada junto com a reputação da escola”.

O promotor do Bergen County, Molinelli, contou que após a prisão de Darden em 1º de junho, outro ex-aluno apresentou queixas. “Houve beijos e carícias íntimas e um pedido de sexo, e a vítima recusou”, disse ele.

Darden, que conta com diversos defensores, está agora na prisão de Bergen County, lutando para levantar US$ 350 mil para o pagamento de fiança. Segundo a sua advogada, Wanda M. Akin, uma colega professora está oferecendo a sua casa como garantia para a fiança de Darden.

Outros ex-alunos ficaram abalados com as acusações. “Estou chocado”, disse Zachary Hidalgo, do último ano do ensino médio. “Ele sempre foi bastante exigente e fez com que eu me esforçasse ao máximo. Não imaginava que ele seria capaz de fazer uma coisa dessas”.
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1 comentário(s)
VILFRED WILSON - BRASIL
10/14/2007 8:41:23 PM
olá, amigos professores e eternos estudantes de inglês! Agora vocês irão conhecer o resultado de 20 longos anos de pesquisa que culminaram nas REGRAS DEFINITIVAS PARA A PRONÚNCIA INGLESA AMERICANA. Tudo graças ao empenho máximo do professor e pesquisador FÁBIO BRAGA DE ALENCAR, que me concedeu a exclusividade de divulgá-lo pela internet. Para receber em seu e-mail um exemplar do livro de 74 páginas o GUIA DA PRONÚNCIA INGLESA - O ÚNICO de sua autoria, o amigo só precisa solicitar a obra com 25% de páginas para verificação. Não é necessário fornecer endereço residencial, número do telefone fixo e o nome do solicitante. Isso somente ocorrerá no instante que o amigo desejar obter a obra inteira em PDF . Aqui já há alguns dados relevantes sobre a obra. Não se esqueçam de que ninguém no mundo conseguiu fazer o que o prof. Fábio fez: descobrir as regras definitivas para a língua inglesa universal. 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Por meio do Guia da Pronúncia Inglesa podemos em pouco espaço de tempo decorar, de maneira correta, as regras e exceções concernentes à fonologia da Língua Global, com ênfase para a fala norteamericana. È de suma importância que tomemos ao pé da letra o correspondente a tudo que tenha sido anotado neste manual, pois qualquer deslize comprometedor fará com que se abisme continuando a render algo como um inglesinho de marinheiro de primeira viagem. Sem mais palavras, o processo é infalível. Dependendo apenas do seu cotidiano esforço em assimilar aquilo que faltava para complementar os seus estudos ao domínio deste idioma. O INGLÊS, destituído de xenofobia ou xenofilia, posso garantir ser uma língua escolhida pelos deuses no propósito de nos unir a todos, sem distinção de raça, credo ou nacionalidade. Fábio Braga de Alencar O AUTOR Escritor Metodologista Professor de inglês técnico Tradutor e Pesquisador em diversas áreas ALFABETO INGLÊS A ei B bi C si D di E i F ef G dji H eitch I ai J djei K kei L el M em N en O ou P pi Q kiu R ar S es T ti U iu V vi W dabliu X eks Y uai Z zi His x-rays didn´t show any abnormality in the lungs Vitamin c helps avoiding some diseases H is the first letter for Harold Mister M is a famous magician Não confundam estudo da pronúncia em si com variações de falas regionais, como o que ocorre por exemplo entre nós do nordeste alterando alguns pontos para atingirmos sotaques de São Paulo ou Rio de Janeiro, ok? fabiobragadealencar@yahoo.com.br A DESCOBERTA DAS REGRAS Ao longo de 20 anos de intensas pesquisas, pude verifi-car que a única condição de haver regra para a pronúncia inglesa seria partindo da con-sistente idéia de se reunir le-tras que coincidiam os sons quando em grupos ou em am-bientes ortográficos. Era uma dádiva termos as letras em certas situações se apresentan-do sempre com a mesma fono-logia. O mais surpreendente, para mim, foi a não esquema-tização das normas de pronún-cia efetuada pelos próprios na-tivos de língua inglesa. Logo as honrarias e o mérito nos cou-beram com muito orgulho. De agora em diante não convém a ninguém indagar a outrem como se deva chamar tal pala-vra. As aulas de inglês instru-mental deixarão de ser monó-tonas e silenciosas. Todos irão ler em voz alta o texto a ser interpretado nessas salas de aulas. Quanto à diferença da pro-núncia existente em um canto e outro do planeta, segundo os fonoaudiólogos, isso não passa de índices de audibilidade – varia de pessoa para pessoa. Uma criança entende melhor outra criança, um adulto se esclarece mais a contento no diálogo com outro adulto. Um elemento culto prefere escutar um similar seu. Logicamente, se pegarmos a pronúncia ingle-sa americana e a tivermos como padrão lingüístico, da maneira como o paulista reage ao sotaque carioca, e vice-versa, esse será o comporta-mento cotidiano de alguém que optou pelo modelo americano ou britânico. O que não acon-selhamos fazer é ficar mistu-rando as pronúncias. Ou uma coisa ou outra. Ou inglês ame-ricano ou britânico. O meio termo, para esse caso, é inca-bível. Espero que o leitor obtenha ótimos resultados no contexto da pronúncia inglesa já a partir da memorização das regras mais insipientes. E em tempo venho avisar àqueles que qui-serem de livre e espontânea vontade voltar ao modelo an-tigo de tentar colocar na cabeça o som do dicionário todo para esse não cometer a atrocidade contra a sua própria mente. Ela não consegue. O máximo que se atinge indo por esse ca-minho é mais ou menos 70% de um léxico de grande porte, se morar nos EUA. Caso more no Brasil esse não ultrapassará a marca dos 25%, infelizmente. A Regra Universal Para A Pronúncia Inglesa Americana Através Da Coincidência Dos Sons Das Letras Ortograficamente Similares Antes de qualquer coisa, gostaria de explicar um detalhe de bastante relevância: O leitor amigo não deve deixar passar em branco o fato de nesse livro eu ter excluído a simbologia fonética. Ocorre que, se eu puser a fonética representando o som da letra em estudo, a compreensão das normas poderá ser dificultada em função de muita gente não saber decifrá-la. Assim, com o emprego da fonêmica nossa, brasileira de cada dia, em instantes a equivalência fonológica permitirá uma assimilação premente dos sons das letras, haja vista os inúmeros exemplos dados ao leitor para compará-los. Aproveite bem essa parte da obra, pois é de singular importância se tomar conhecimento da origem da pesquisa levando em conta as coincidências entre letras em grupos e em sistemas ( ambientes ). Exemplos O que essas palavras têm em comum? IMAGE e ADVANTAGE coincidem no grupo AGE, concluindo o som da palavra com som átono de îdj VIOLENCE e PIONEER coincidem no sistema que envolve a vogal I com uma outra vogal seguinte para a vogal I se sair com o forte som de ái XEROX e XENOPHOBIA coincidem claramente no aspecto som da consoante X pronunciado z no início da palavra. REALITY e BIOLOGY coincidem em duas regras: uma a que terminando em Y palavras de três ou mais sílabas tendem a ser proparoxítonas. Logo o som mais forte virá nas vogais A de som é e O de som ó. A segunda regra observem que é o aumento do som dessas duas vogais segundas dos ditongos dessas palavras. AEDIS AEGYPTIS e CAESAR coincidem ambas no grupo AE de som i. VAGINA e REGION coincidem obviamente no grupo GI, tendo a consoante G o som de dj. ANALOGOUS e CARNIVOROUS coincidem simplesmente no fator sistema, cuja terminação ortográfica vem com OUS encerrando a palavra para a mesma ser proparoxítona. OUS terá o som ûs. E a vogal tônica aquela que estiver na terceira sílaba de trás para frente. MEDIA e PREMIUM coincidem na configuração sistemática. Ou seja, amabas as palavras trazem uma consoante separando uma vogal de duas ou mais, para especificamente a vogal E ser pronunciada í. É aí onde vai haver a sílaba mais forte. ANNUITY e CONTINUITY coincidem no grupo UITY no final da palavra. UITY de som íuti ( íuri) vai epicentrizar fonemicamente os vocábulos. É onde você deve notar que os valores fonêmicos das demais sílabas, por força de regra, acabam ficando com um som exíguo em comparação com a do grupo em questão. ASK e BLAST coincidem as duas palavras no sistema, o qual a vogal A antecede a consoante S casada com outra consoante para a vogal A puxar um som ae, nem á, nem é. Novidade para os brasileiros. Uma vez no português não existe nada equivalente. Mas com um tanto de exercício, qualquer um tirará de letra os novos fonemas a encarar. A Língua Global é o inglês. A tentativa de nos desviarmos disso redundará em comprometimento do nosso futuro. Daqui a alguns anos a abertura dos e-mails nos surpreenderá em demasia, pois, em vez de letras escritas, nos depararemos com vozes vindas do mundo inteiro, despejando mensagens na maioria em inglês. Se for o caso de uma proposta de emprego fora do país, quem não souber pronunciar a maior parte do dicionário com uma certa exatidão a vaga fica, quem sabe, para um aluno ou leitor nosso que largou na pole position de memorizar tão somente os sons das letras, conforme o estabelecido aqui no GUIA DA PRONÚNCIA INGLESA – O ÚNICO, modestamente de minha autoria. FÁBIO ALENCAR
 

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