É possível obter a cidadania sem ter os conhecimentos exigidos?
Fonte: Agência BR NEWS Joseph Cella
Meu pai tem 69 anos e recebeu o green card há 5 anos. Ele gostaria de solicitar a cidadania americana, mas por causa de um AVC (Acidente Vascular Cerebral), ele não consegue falar inglês ou mesmo lembrar muito bem algumas informações. Existe alguma chance dele se tornar cidadão?
Sim. Além do bom caráter, residência física e residência permanente por um certo período - requerimentos que eu julgo que o seu pai possua, para se naturalizar o candidato deve demonstrar um básico conhecimento de questões cívicas e da história dos Estados Unidos, assim como, entender e falar inglês.
Entretanto, há duas exceções à regra. Primeiro, se a pessoa for portadora do green card por mais de 20 anos e tiver 50 anos de idade ou for portadora do green card por 15 anos e tiver 55 anos de idade, a exigência do aprendizado do inglês pode ser retirada, embora a necessidade de conhecimento das questões cívicas e da história dos Estados Unidos permaneçam. Infelizmente, como o seu pai não é portador do green card por todo esse tempo, ele não se enquadra nessa exceção.
Contudo, seu pai pode qualificar de acordo com a segunda exceção. A Seção 312 da INA (Immigration and Nationality Act) descreve quem está isento de ambas exigências, aprendizado do inglês e conhecimento de questões civicas e história dos Estados Unidos. Para qualificar, o candidato deve provar que tem uma anormalidade fisíca ou mental que tenha afetado tão seriamente suas funções de forma que ele não esteja apto a aprender ou demonstrar os conhecimentos exigidos. Porém, devido a uma enorme possibilidade de fraude, os funcionários da Imigração tendem a ser extremamente rigorosos no julgamento dos casos.
Geralmente para obter êxito nesses casos, todos os exames médicos devem ser reunidos. O médico do candidato deverá preencher os formulários exigidos pela Imigração, fornecer um comunicado por escrito identificando as condições, sintomas e inabilidades do paciente para aprender e demonstrar conhecimento de inglês, questões civicas e história dos Estados Unidos, e certificar que a sua condição é permanente.
Se todas as exigências descritas forem preparadas e enviadas adequadamente, seu pai será entrevistado e ganhará permissão para se tornar um cidadão americano.
Joseph G. Cella, é advogado licenciado da Cella & Associates, LLC. Com uma equipe que fala português e escritórios em Clifton e Cliffside Park, NJ, Cella & Associates são especializados em direito de Imigração e defesa contra deportação. Eles oferecem consultas à noite, nos finais de semana e por telefone. Para marcar consulta, ligue para (201) 613.6142. Nosso website é www.cellalaw.com. Envie sua pergunta para info@cellalaw.com
A EDUCAÇÃO IMPORTA E MUITO!!!
É possível que eu me engane, no entanto acredito que seja impossível um ser humano viver em uma sociedade onde o idioma ensinado, falado e utilizado por uma maioria não seja compreendido pelo mesmo. É fato que uma maioria de emigrantes são cidadãos que não frequentaram por muito tempo um banco escolar quando o fizeram e ou nunca foram adeptos de uma boa cultura, ou seja "fogem dos livros" sequer sabem ou já ousaram frequentar uma biblioteca. Bem, é preciso dar um "desconto" grande parte não tiveram a oportunidade a sociedade brasileira responsavel os encaram como excluídos. De alguma forma "eles" seguiram um rumo que acreditam ser de inclusão, por certo assim acreditam estar nos EUA, MAS, como todo "bom" brasileiro, continuam a RECLAMAR mais e agir menos, "ESQUEÇAM O MODUS VIVENDUS DO BRASIL". Ir a escola não é privilégio só para alguns, mais sim para qualquer pessoa que queira e ou se esforce, ENTÃO, que procurem todos os emigrantes como demonstração de respeito pela sociedade que o acolheu uma ESCOLA de idioma GRATUITA mais próxima de onde vive e se inclua de fato.
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