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10/11/2007 - 19:30

Estudo revela que EUA têm mais de 20 milhões de indocumentados


Fonte: Agência BR NEWS

Da redação com agências

Número pode chegar a 38 milhões de pessoas, mais que o triplo dos 12 milhões que admitem as autoridades federais



O Departamento Nacional de Segurança (DHS, em inglês) e o Censo norte-americano estimaram que em janeiro do ano passado havia cerca de 12 milhões de imigrantes indocumentados vivendo nos Estados Unidos. Porém, um estudo elaborado por quatro especialistas da organização privada Californians for Population Stabilization (CAPS), divulgado esta semana, revela que o número real é muito mais alto do que o apontado pelo Governo. De acordo com os pesquisadores, vivem hoje no país entre 20 a 38 milhões de pessoas sem status legal.

A nova estimativa foi obtida a partir da comparação de dados de fontes distintas do Governo Federal. “O que nos fez pensar que os dados oficiais estavam errados foi quando comprovamos que a estimativa da população da Califórnia realizada pelas agências estaduais era completamente diferente da defendida pelo Censo”, disse Diana Hull, presidente do CAPS.

James Walsh, advogado e antigo funcionário do desativado Serviço de Imigração e Naturalização dos Estados Unidos (INS, em inglês), afirma que o estado da Califórnia vive uma “anarquia” por causa da imigração ilegal massiva. “Ninguém sabe o número exato de imigrantes indocumentados que residem neste país e isso é algo trágico e inaceitável”, disse Walsh.

O advogado acredita que na realidade são mais de 38 milhões de imigrantes sem status vivendo atualmente nos Estados Unidos. Ele fundamenta seu argumento afirmando que de acordo com dados da Patrulha da Fronteira, para cada imigrante detido, três conseguem entrar no país.

Fred Elbel, um especialista em análise da dados, do Colorado, também acha que as estimativas oficiais são “suspeitas”, pela simples razão de que são feitas “por quem permite que um enorme fluxo de imigrantes ilegais entrem no país: o Governo dos Estados Unidos”.

O estudo realizado pelo Californians for Population Stabilization pode ser encontrado na edição especial da revista trimestral “The Social Contract”.
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2 comentário(s)
Wilson - Brasil
10/12/2007 5:52:10 PM
(O PODER DO DOCUMENTO) Lendo a matéria acima veio a recordação de um fato que serviu de lição a um grupo de pessoas,dentre elas eu me incluo.Em 1992,num vilarejo chamado de"Acandí" cercado pelas selvas panamenhas e o mar do Caribe,chegava de barco um grupo de 7 pessoas sendo 5 brasileios 1 argentino e uma figura que por não se comunicar não se sabia a nacionalidade mas pelo aspecto físico o grupo imaginava ser foragido de alguma cadeia da colômbia.Após nos apresentar-mos para o oficial de estrangeiros do lugarejo este nos disse que só havia mais um lugar no avião monomotor que partiria na manhã seguinte para a cidade de Panamá e que era melhor todos deixarem os passaportes naquele lugar que ele chamava de escritório.Fomos então para uma casa que servia de hospedagem às pessoas que passavam por aquele fim de mundo onde as pessoas não conheciam sequer uma bicicleta.Somente barcos e o monomotor que vinha toda semana.Enquanto conversávamos percebemos que o indivíduo bizarro que estava entre nós não falava porque mal conseguia dizer o seu nome.Quando alguém do grupo conseguia se fazer entender e perguntava de onde ele veio ele dizia "muy lejo" quando alguém perguntava o que ele fazia ali ele dizia"Mi gusta pretas".Imaginemos um cara assim no meio de uma turma de jovens brasileiros?Não podia ser diferente.Foi uma festa de gozações e brincadeiras e ele sem entender sorria meio sem graça.Aquele indivíduo com um jeito diferente e bisonho ficou tão menosprezado que se isolou do pessoal até a manhã seguinte.Logo pela manhã fomos até o "escritorio" de imigração para saber quem iria na vaga que havia no avião e o cidadão responsável pelos passaportes nos disse que havia feito um sorteio e que o sorteado já havia ido para o campo de pouso e adivinhem quem era?Tentamos argumentar e começamos até um atrito com o oficial de migração quando ele disse que seria bom não arranjar problemas se quizessemos ir na próxima semana.Como a dona da pousada era amiga desse oficial ficamos sabendo que aquele indivíduo esquisito parecendo meio primata tinha passaporte alemão.Seu pai era alemão e foi trabalhar a muitos anos numa multinacional no Paraguai onde conheceu a mãe do "nosso amigo".Ele nasceu no Paraguai mas a mãe sem condicões financeiras deixou que o pai o levasse para a Alemanha.O grupo todo sentiu a força da discriminação que até então só conheciamos pela cor da pele.
 
Pee Wee - Atlanta, GA
10/14/2007 7:12:00 AM
O assunto do texto é sobre estimativas e números. O texto chega a citar 38 milhões. O que essa historinha cheia de erros e do tipo "Lagoa Azul" tem a ver com o texto? Sobre o grupo, devo dizer que apesar de você ser mentiroso, acredito que mesmo que estava no grupo, porque os títulos atribuídos ao rapaz, até então desconhecido, só poderiam vir de gente do seu tipo. Títulos como: figura, foragido de alguma cadeia da Colômbia, indivíduo bizarro, cara, indivíduo com um jeito diferente e bisonho, indivíduo esquisito parecendo meio primata e, finalmente, "nosso amigo", isso mesmo, entre aspas. Você não melhorou nada nesses anos, mesmo depois da lição. Continua estúpido com sempre foi.
 

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