Fonte: Agência BR NEWS Da redação com agências
Na quarta-feira, 28, na primeira audiência sobre imigração desde que os democratas retomaram o controle do Congresso, os secretários de Comércio dos Estados Unidos, Carlos Gutiérrez, e de Segurança Nacional, Michael Chertoff, reúniram-se com membros do Comitê Judiciário do Senado e pediram soluções viáveis e práticas para a questão da imigração no país.
"A imigração foi parte fundamental de nosso desenvolvimento econômico", reconheceu Gutiérrez, que destacou que os Estados Unidos "podem fazer da imigração uma vantagem competitiva".
"Os imigrantes representam 15% da força de trabalho dos Estados Unidos, e o país necessita de sua mão-de-obra, pois há milhares de trabalhos que os americanos não estão fazendo", afirmou.
De acordo com eles, o presidente George W. Bush está disposto a aprovar a reforma migratória integral, inclusive abrindo caminho para que milhares de indocumentados obtenham a cidadania americana no futuro. No entanto, os secretários enfatizaram que o presidente não apóia uma anistia, e que os estrangeiros deverão cumprir vários requisitos para poder regularizar sua situação.
A questão sobre como lidar com o status de mais de 12 milhões de pessoas que vivem no país sem documentos pode determinar o sucesso da reforma migratória. No ano passado, o projeto aprovado pelo Senado, que oferecia um caminho para a cidadania de milhares de imigrantes, foi reprovado pelos republicanos da Casa dos Representantes, que argumentaram que a proposta era nada mais do que uma anistia para pessoas que infringiram as leis americanas.
A audiência de quarta-feira foi dominada por discussões sobre a anistia, palavra proibida nos corredores do Congresso. O senador republicano Charles Grassley advertiu que o Congresso faria bem em lembrar das lições da anistia de 1986 que, segundo ele, foi um fracasso. "Os Estados Unidos precisam de um sistema de imigração que não repita os erros do passado", afirmou.
O presidente do Comitê Judiciário do Senado, o democrata Patrick Leahy, disse que vai pressionar o Congresso a aprovar a reforma o quanto antes. Mas lembrou que a aprovação final depende do apoio de Bush. O líder da maioria democrata do Senado, Harry Reid, por sua vez, quer que o Comitê Judiciário aprove a reforma migratória até 22 de março, para que seja submetida à votação no plenário antes do recesso de agosto do Legislativo.
mauricio - marietta -georgia atlanta 6/10/2007 7:32:59 PM
A QUESTAO NAO SERA UMA REFORMA MAS O FATO SERA COM TUDO UM TRAMPULIM , SENDO QUE AO ENTRAR COM QUALQUER APROVACAO , VC JA ESTARA SENDO VISTO LEGALMENTE DENTRO DA FEFORMA QUE PODERA TER BENEFICOS COMO CASAMENTO DAI UMA LEI ANULA A OUTRA E ASSIM SUCESSIVAMENTE!
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