Login

E-mail

Senha

Lembrar

Cadastre-se

Menu
HOME

  INDIQUE!

  COMUNIDADE
NO ORKUT
 

AMIZADES

  ASSINAR O NATIONAL
 

BLOGS

  BRAZILIAN SUPERLIST
 

  CÂMARAS DE COMÉRCIO
 

  CLASSIFICADOS
GRÁTIS
 

CONSULADOS

DINHEIRO

FESTAS

IMIGRAÇÃO
IMÓVEIS

NATIONAL

NOTÍCAS

TEMPO

VIDEOS

RSS FEED
Brasil|Leia o jornal National na versão integral
Envie essa matéria para um amigo


7/12/2007 - 11:50

Os motivos da crise


Fonte: Agência BR NEWS

Em todos os lugares onde há brasileiros, a palavra crise parece definitivamente ter se instalado. Presente em todas as conversas na comunidade, ainda não se sabe qual a origem dessa crise, mas ao que parece os reflexos dela são sentidos em todos os lugares.



Qualquer comerciante pode atestar pela quantidade de contas penduradas ou de cheques sem fundos.
Nunca tantas casas compradas com muito sacrifício pessoal foram e estão sendo devolvidas, carros retomados pelas financeiras, cartões de crédito estourados e muita, muita gente pendurada e devendo muito dinheiro.

A realidade é que o país está em crise financeira, principalmente por causa do pesado ônus da Guerra do Iraque, cujo custo é todo do contribuinte e conseqüentemente de todos os que casualmente moram na América; mas este não é o motivo da crise do momento.

Além do custo da Guerra do Iraque há o estouro da bolha imobiliária consideravelmente aquecida nos últimos cinco anos, que ameaça seriamente a maior economia do país. Com dinheiro sobrando e crédito farto, os investidores apostaram no aquecimento do mercado oferecendo linhas de crédito ilimitadas e variadas à disposição até de quem não tinha crédito. Com isto, muita gente comprou casas, e depois de algum tempo refinanciaram o imóvel para quitar outras dívidas, como as do cartão de crédito. Ou seja, fizeram dívidas em cima de dívidas, sem ter o lastro financeiro suficiente para fazer frente a tais gastos.

Depois de 11 de setembro, o presidente George W. Bush pediu que o povo americano não deixasse de comprar e fez com que os juros baixassem. Com dinheiro sobrando, em vez de poupar, a população americana gastou alucinadamente em bens de consumo, o que fez com que a indústria automobilística vendesse como nunca.

Só que a bolha imobiliária tinha prazo de validade e não demorou a estourar. No auge do boom imobiliário, as casas eram concluídas e vendidas em questão de dias. Na Flórida, faltavam casas e sobravam compradores em potencial. Hoje a questão é totalmente inversa: sobram casas e faltam compradores, pois o mercado parou de vez. Parou porque o calote e a inadimplência é altíssima, principalmente no segmento de baixa renda. Os atrasos são principalmente na hipoteca da casa própria e do cartão de crédito.

As conseqüências foram desastrosas e o estoque de imóveis devolvidos ou retomados pelos bancos e financeiras atinge números jamais vistos nos Estados Unidos. O preocupante é que com o desaquecimento do mercado imobiliário os aluguéis que tinham caído, subam a níveis estratosféricos novamente. O efeito dominó da bolha imobiliária ameaça outros setores da economia, sem que haja – ainda – uma recessão que comprometa a economia americana. Mas a ameaça de uma recessão econômica é real, pois a bolsa de valores que funciona como um termômetro já sente os reflexos da crise no setor imobiliário.

Uma vez que as financeiras e bancos não recebem e por causa disto não pagam os investidores que emprestaram o dinheiro, estes por sua vez tem de vender os seus ativos financeiros – normalmente composto de ações, e com todo mundo vendendo, as bolsas de valores caem.

Com o aquecimento das compras, a indústria não conseguiu fazer frente à demanda, o que fez com que os Estados Unidos buscassem no mercado externo as mercadorias que faltavam internamente, principalmente na China.

A conclusão que se chega é a de que tanto o boom imobiliário, quanto o excesso de consumo dos últimos anos é semelhante à bolha do “ponto com”, onde empresas virtuais que não passavam de meros domínios da internet eram vendidas por preços astronômicos que alcançavam milhões de dólares, fazendo milionários do dia para a noite. Tudo ali era artificial e não demorou para que a realidade chegasse para todos.

Realidade que novamente chega, derrubando a artificialidade e jogando todos numa crise. Esperamos que esta situação seja breve e vá embora logo, para o bem dos americanos e dos imigrantes.
Envie essa matéria para um amigo

Comentários. Deixe o seu!

Seja o primeiro a deixar a opinão sobre esse assunto!

Leitor cadastrado.
Faça o login para comentar!

E-mail

Senha

Lembrar de mim neste computador



Novo no site?
Cadastre-se para comentar e receber um e-mail quando tiver novas notícias.

E-mail

Zip-code

Senha

Confirme a senha


Aceitando nossos e-mails, você receberá as notícias do site diretamente em sua caixa postal e eventualmente, promoções, como ingressos grátis para eventos brasileiros e/ou ofertas exclusivas aos usuários cadastrados do site.






© 2004 Brazilian Superlist . Todos os direitos reservados.
Aviso Legal. Política de Privacidade