Há seis anos, o mundo viu estarrecido um plano mirabolante e diabólico ser colocado em prática e proporcionar o maior atentado terrorista da história. A impressão geral foi que daquela vez havia-se passado da conta, que até agora não foi acertada com Osama bin Laden, o mentor intelectual daquela barbárie.
Os reflexos do atentado de 1l de setembro de 2001 são sentidos até hoje. Uma das consequências foi o considerável aumento do aparato de segurança nos principais aeroportos do mundo, principalmente nos Estados Unidos. Não se embarca nos grandes aeroportos americanos sem que se tire os sapatos, e passe por revistas às vezes minuciosas.
A economia mundial sentiu na pele os reflexos do atentado em 2001, e a sociedade americana passou a ver com olhos cada vez mais desconfiados imigrantes de qualquer lugar do mundo, principalmente os de origem e ascendência árabes e os que professam o islamismo como religião. Neste período, tudo se tornou mais díficil do que já era. A política de imigração sofreu um grave e quase intransponível recrudescimento, principalmente por causa da má vontade crônica do parlamento americano, em especial dos republicanos.
Antes do 11 de setembro de 2001, o terrorismo era uma arma letal usada para fins políticos, e depois disto passou a ser utilizada como fator religioso, ou seja, na visão de bin Laden e seus fanáticos, quem for um “infiel” – aquele que não professa o islamismo, deve morrer, de preferência explodido por alguma bomba.
Para os executores e operadores dos atos terroristas é uma glória tornar-se um mártir, sendo que os mentores estarão em prudente segurança, pois lhes cabe o tétrico papel de açular os pobres diabos que morrerão ao se explodir juntos com suas vítimas inocentes.
As razões do fanatismo religioso supostamente são muitas. Uma delas é a batida desculpa de que o imperialismo está decadente e tem que acabar definitivamente. Outra, é a opressão que as nações árabes teoricamente sofrem do ocidente, e finalmente, entre tantas, a existência do estado de Israel e a ocupação da Palestina.
A razão de ser de dez entre dez grupos radicais islâmicos é a aniquilação total do estado judeu, que é protegido pelos Estados Unidos. Hoje, o islamismo é a religião que mais cresce no mundo, pois povos do mundo inteiro aderem à religião como forma de vida. Com isto, a proliferação de fanáticos que são treinados nas madrassas – escola onde se ensina os dogmas da religião, e catequizados para impor ao mundo os preceitos do islamismo, mesmo que a força.
Quando a então União Soviética invadiu o Afeganistão no final dos anos 70, muitos árabes se juntaram às tropas afegãs e lutaram pelo ideal de libertação do solo islâmico que era vilipendiado pelos inimigos. Entre os lutadores estava Osama bin Laden, que ajudou a expulsar os soviéticos e a partir daí se tornou um mujaedin – guerreiro e transformou o conflito de idéias numa jihad – guerra santa contra o ocidente.
A cada 11 de setembro, o mundo se acostumou a ver vídeos de Osama bin Laden tripudiando em cima dos americanos. A novidade neste ano foi a barba pintada e um estilo de roupas diferente dos anos anteriores, lembrando funestamente dos terroristas que morreram e mataram milhares de pessoas que nada tinham a ver com as idéias e os ideais alucinados de bin Laden e sua quadrilha de assassinos frios e fanáticos.
O que consola muita gente é que bin Laden vive recluso com a sua cúpula, pois no dia em que colocar o nariz para fora da toca onde se esconde, a sua vida não valerá um tostão furado.
A expansão da Al Qaeda é notória e as autoridades mundiais ainda se perguntam como neutralizar as suas ações terroristas, pois caçam fantasmas e não sabem quando será o próximo ataque, o que eleva consideravelmente o nível de tensão entre os povos, a começar dos americanos que foram atacados dentro de casa sem poder esboçar qualquer reação.
Não é preciso ser um grande
General estrategista
de guerra sabe que invadir um território desconhecido é muito perigoso.Os EUA também devia saber disso depois da guerra do Vietnan.Após os ataques do 11 de Setembro de 2001 o presidente dos EUA se viu obrigado a promover uma série de ações de contra ataque aos terroristas.Invadiu então o afeganistão e o Iraque.Isso custou e ainda custa muitas vidas de soldados americanos pois num combate de guerrilha urbana como o é ,principalmente no Iraque,a vantagem é toda do povo nativo mesmo com armamento inferior.Os EUA com o poder econômico que tem seria capaz de aniquilar essas nações ditas inimigas sem um unico disparo de fuzil.Vejamos pois um exemplo mas proximo de nós,logicamente guardadas as devidas proporções,do Brasil com a Bolívia.Qualquer pessoa mesmo leiga sabe que o Brasil foi literalmente roubado pela Bolívia.Os investimentos brasileiros foram saqueados por soldados bolivianos armados a mando do Morales.Nosso presidente "pacato como sempre"deixou barato e não adotou nenhum tipo de represária contra o país vizinho.Nem tanto pela dependencia do gás boliviano ,mas porque não é da natureza do mesmo medidas de força.A situação da criminalidade no Brasil é prova disso.Isso porque o dinheiro investido na PETROBRÁS não saiu do bolso dele e sim dos impostos do povo que também não se manifestou,deixando o saque acontecer.Pois bem.bastaria que o Brasil cortasse relações diplomaticas com aquele país impedindo o fluxo de comércio que eles iriam entrar em colapso.So em atendimentos a bolivianos na região de fronteira o SUS gasta uma pequena fortuna todo ano.O mesmo poderia ter sido feito pelos EUA em relação aos países com ligações com terroristas.Cortar relaçoes com todos os países envolvidos.Por exemplo.Metade das exportações brasileiras são para os EUA.Imagine se os EUA ameaçasse cortar a zero essas importações caso o Brasil não rompa relaçoes com esses países?Situações como essas poderiam ser estudadas de várias formas.Em contrapartida também se daria incentivos aos países dispostos a ajudar.O plano de combate as FARC é um bom exemplo de que medidas assim tem um resultado satisfatório.As FARC nunca tiveram tão debilitadas como agora,isso graças ao apoio dado ao exército colombiano.Não é facil tomar atitudes com a razão em momentos de grande emoção.E agora o governo americano está colhendo os frutos dessa precipitação.
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