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10/11/2007 - 19:32

Patrulha da Fronteira usa gás de pimenta contra indocumentados


Fonte: Agência BR NEWS

Da redação com agências

Intenção é usar arma para responder a eventuais ataques de imigrantes contra agentes



A Patrulha da Fronteira tem uma nova arma para impedir a entrada ilegal de imigrantes nos Estados Unidos: gás de pimenta. O Serviço Aduaneiro e Proteção à Fronteira (CBP) confirmou o uso da arma conhecida como FN-303 nos setores de Tucson, Yuma e San Diego.

O novo equipamento é considerado “menos letal” porque utiliza ar comprimido para lançar prejéteis de plástico que contém gás de pimenta que é liberado ao ter contato com o corpo. De acordo com o CBP, a arma foi desenhada para incapacitar uma pessoa sem causar-lhe feridas graves.

As autoridades informaram que a intenção é usar os projéteis de plástico contra os imigrantes indocumentados que resistem à prisão, contrabandistas e contra aqueles que atacam a Patrulha com pedras ou outros objetos.
Para ativistas como Isabel Garcia, diretora da Coalisão de Direitos Humanos, do Arizona, o uso deste equipamento pode aumentar a tensão em que vive as comunidades fronteiriças.
“A Patrulha da Fronteira tem uma longa história de ações violentas contra os imigrantes”, apontou Garcia. “Este é mais um caminho para a completa militarização da fronteira”, disse.

A ativista afirma que esse tipo de política não resolve o problema da entrada ilegal de imigrantes nos Estados Unidos, mas ao contrário, eleva os abusos e violações dos direitos civis dos imigrantes indocumentados. “Quem vai defender uma criança de 14 anos que nos relatou que um agente fronteiriço o golpeou nas costas somente porque ele estava cuidando de seus pés que estavam destroçados depois de caminhar dias no deserto?, questiona Garcia

Números da violência

Entre outubro de 2006 e julho deste ano, a Patrulha da Fronteira do setor Tuscon, Arizona, reportou 179 ataques contra os agentes. Estes, por sua vez, dispararam suas armas de fogo contra os imigrantes em 16 ocasiões, a maioria delas em resposta a lançamento de pedras.
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Comentários. Deixe o seu!

4 comentário(s)
Wilson - Brasil
10/12/2007 12:15:43 PM
Na realidade trabalhar como guarda na fronteira não deve ser nada fácil.Eles estão sempre em minoria e quando tem que correr atrás de imigrantes é muito complicado.Esse oficial pode se deparar com indivíduos armados com paus e facas.O uso de gás de pimenta não ajuda muito nesses casos.Ele só pode ser usado de muito perto e em uma pessôa por vêz.Se houver corrente de ar ou luta corporal a situação complica mais ainda.É impressionante como existem oportunistas em todos os lugares.Essa Isabel Garcia usa os mesmos argumentos que as ONGs usam no Brasil para proteger os "fora da lei".Ela explora casos isolados para tirar proveito disso e conquistar a simpatia de hispânicos em situação legal nos EUA.Age como uma doença que primeiro se infiltra no organismo para depois destruí-lo.Os ativistas hispãnicos vêem o reforço da fiscalização na fronteira como algo inaceitável.Uma verdadeira inversão de valores.Essas pessoas não estão dispostas a lutar por melhorias em seus países e preferem tirar proveito da imigração ilegal nos EUA.São oportunistas,hipócritas e acima de tudo traidoras pois conspiram contra a nação que lhes deu uma oportunidade.
 
Pee Wee - Atlanta, GA
10/14/2007 6:20:13 AM
Você é hipócrita! Além de ser mentiroso e profundamente carente de reconhecimento. Enquanto você fica tentando nos convencer de que é isso e aquilo e que fez isso e aquilo, a Isabel Garcia realmente faz algo. Ao invéz de ficar escrevendo besteira vá fazer algo semelhante ao que ela faz: lutar pelas minorias. Gente... de qual planeta veio esse sujeitinho?
 
Christiano - North Arlington , NJ
10/14/2007 7:00:36 PM
Toda vez que eu leio um comentario desse sujeitinho eu me faco a mesma pergunta. " De que planeta veio essa especie ?"
 
Ludmila - connecticut
10/19/2007 3:52:06 PM
Respondendo ao Cristiano, o Wilson é da mesma especie que você é e que eu sou: brasileiro. Descordo do Wilson em termos. Nós que estamos aqui, que vivemos aqui, conhecemos pessoas que chegam do México todos os dias, sabemos que em sua maioria, são pessoas honestas e trabalhadoras que carregam como mala, apenas os sonhos e a esperança de vencer, ter uma vida melhor. Mais também não podemos fechar os olhos para bandidos que também entram pelo México todos os dias, assassinos condenados, traficantes, estrupadores entre outros, que vem se refugiar nos Estados Unidos, como já dito em matéria nesse jornal. Esses sujeitos estão dispostos a tudo, já que não tem mais nada a perder, quem dirá que eles não estão mesmos dispostos a ferir agentes da fronteira? E por que não, os agentes se defederem? E como acontece no Brasil, vem os direitos humanos, não em defesa da vitima, um trabalhador honesto que arrisca a sua vida para a defesa do pais, mais sim em defesa do agressor. Mais por outro lado, sabemos, existir também, o agente corrupto, violento, descriminador, que machuca pessoas de bem, como é o caso do garoto citado na matéria. Sabemos que a abordagem dos agentes, não é muito agradável e que as condições dos imigrantes presos não é nada humana. E repito, cadê os Diretos Humanos, para defender, mais uma vez as vitimas? Imigrantes, presos, mal tratados por péssimos agentes, que vivem em condição pior que a de um animal na cadeia. Concordo com o Wilson quando ele diz, que os representantes dos direitos humanos, são hipócritas e traidores. Mais isso não tem haver só com os Estados Unidos e sim com o mundo inteiro. Ou alguém já se esqueceu do menino João Hélio??? Os direitos humanos, não foram procurar a saber da familia dele e sim, como estavam sendo tratados o seus assassinos na cadeia. Voltando ao artigo, sou a favor do gás de pimenta e balas de borracha na fronteira, desde que, sejam usados de maneira justa e não em pessoas inocentes, como infelizmente acontece muito. Afinal de contas, prezo pela segurança desse pais, não é o meu pais, mais eu moro aqui e a melhor coisa ainda aqui, fora o dinheiro, é a sensação de segurança ao andar nas ruas, que esse pais nos oferece e que não existe de forma alguma no meu pais.
 

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