A TV Globo mostrou oficiais de polícia a bordo de um helicóptero metralhando dois traficantes no alto de um dos muitos morros do Rio de Janeiro. No total morreram quatro pessoas, entre eles um policial e um menino de quatro anos, além dos dois bandidos.
Prontamente, surgiram críticas ao trabalho da polícia carioca, pelo fato de ter matado os homens que supostamente estavam desarmados. Entidades dos direitos humanos, sequer se deram ao trabalho de prestar solidariedade às famílias do policial e do menino que morreram.
O que fazer então? Quando a polícia ou as autoridades não agem, e a cidade fica a mêrce da bandidagem, a opinião pública reclama, a imprensa repercute, e as entidades dos direitos humanos ficam caladas sem uma manifestação sequer.
O que fazer então? Deixar que a sociedade padeça? Ou defender os direitos dos bandidos? E os direitos de quem morre todos os dias vítimas de balas perdidas ou simplesmente assassinadas nas ruas das grandes cidades, especialmente no Rio de Janeiro e São Paulo?
Pode-se observar que as autoridades do Rio de Janeiro estão empenhadas em dar um fim na violência que desde há muito tempo tomou conta de tudo por lá.
Mas algumas questões precisam de respostas e elas não parecem ser tão fáceis de ser respondidas. Por exemplo, por que o tráfico de drogas continua, apesar de toda vigilância? E as armas, algumas exclusivas das forças armadas ou pesadas como granadas de mão e até lançadores de foguetes? Por que não se consegue acabar com o fornecimento delas aos traficantes?
Uma das soluções seria colocar as tropas da Força Nacional de Segurança Pública nas entradas e saídas dos morros, pelo tempo necessário para acabar de vez com o fornecimento de armas e drogas. Outra questão é por que não se coloca a Polícia Federal para investigar e prender traficantes e seus fornecedores? Não há respostas para isto.
Sem dúvida alguma seria o caos nas ruas e vielas carioca, mas o resultado poderia ser visto em pouco tempo, com a limpeza da cidade de bandidos e traficantes. O que não pode é a população civil ficar refém e ter de viver correndo assustada para não tomar tiro. A Polícia Federal tem se destacado nos últimos anos na investigação dos mais variados tipos de crimes, e a cada nova operação dezenas de pessoas são presas e colocadas à disposição da justiça; no entanto, a bandidagem carioca tem ficado incólume o tempo todo.
Cabe aos governantes dar as respostas necessárias sobre os motivos do não engajamento da PF. Será que somente os casos que lesam os cofres públicos é que merecem a atenção das autoridades? E o desconforto do povo? E a insegurança e o medo a que estão submetidos não comovem ninguém? Ou o povo não vale o sacríficio e só é lembrado por ocasião das eleições com as eternas promessas que jamais são cumpridas?
A realidade é que o episódio da semana passada colocou os bandidos, a sociedade e principalmente as entidades de direitos humanos de sobreaviso, de que uma nova realidade foi colocada em prática e que deve ser mantida. Há também os que defendem que se todos os dias bandidos fossem metralhados nos morros e vielas, sobrariam poucos para contar a história.
Claro que ninguém em sã consciência deseja que isto aconteça, pois ninguém deve ser executado impunemente. Mas a mesma lei que vale para inocentes, não vale para bandidos, que quando matam alguém pouco ou nada se preocupam com as consequências? A realidade é que a sociedade perdeu a capacidade de se insurgir e de se indignar a cada nova tragédia cotidiana, restando a gritaria ficar por conta das tais entidades de direitos humanos, que nem sempre ficam do lado certo da história, o que é profundamente lamentável.
Antes de comentar gostaria de retificar que o número de mortos na operação foi de 12.Pois bem.O Rio de Janeiro bem como São Paulo dentre várias outras capitais brasileiras vem passando por uma escalada cada vêz maior dos índices de criminalidade.Alguns então questionam como isso ser possível se os indicadores econômicos demonstram melhora a nível nacional e muitos países que tem índices de pobreza maiores não passarem pelo mesmo problema.Para entender esse fenômeno é preciso ter em mente que não se trata de um motivo mas sim de um conjunto deles que promovem uma mistura fatal.Eu apontaria 5 os principais motivos quais sejam:1-A visão do poder judiciário que atravéz de seus membros,vêem o mundo real como se não fizesse parte dele e portanto não ter responsabilidades sobre o que ocorre da porta do fórum pra fora.É fácil entender essa visão quando se tem conhecimento que os juízes que julgam a criminalidade,via de regra,são de primeira instãncia e muitas vezes são jovens que nunca tiveram contato com a criminalidade,ou seja sempre viveram num mundo virtual e ainda acredita que um delinquente sempre pode ser recuperado e portanto,por já trazer a cultura da impunidade e do romantismo,sempre opta pela pena mais branda ao infrator.Ao ser condenado a uma pena branda,o marginal ainda dispõe da lei de execusão penal que dá ao infrator uma série de benefícios dentre eles a progressão de regime.2-A inoperância e imcompetência da Polícia de fronteira,ou seja a Polícia Federal.Todos nós sabemos que o armamento apreendido com as quadrilhas são sofisticados e caros.Sabemos também que entram pela fronteira com o Paraguai.A polìcia Federal também sabe.Tenho um amigo na PF e ele me disse que é uma verdadeira guerra entre os delegados para assumir o posto de Foz do Iguaçú.Não é muito difícil imaginar porque.Quando existe alguma operação na ponte com o objetivo de dar o chamado "pente fino"a ordem sempre vem de escalões superiores e os sacoleiros com comerciantes paraguaios promovem manifestações e a operação é desfeita por pressões dos políticos e tudo volta ao que era antes.3-A corrupção nas polícias estaduais onde existem problemas internos e estruturais gravíssimos de mais de 200 anos.Para se ter uma idéia existem comissões de deputados que tentam a décadas promoverem mudanças na polícia mas não conseguem.Nem os oficias da PM nem os Delegados da Polícia Civíl não querem ceder e perder mordomias e privilégios inerentes ao cargo.Devido a isso as forças policiais no Brasil agem como se estivessem num teatro.Cada um representando seu papel para enganar a sociedade.4-A deteriorarização da família.Sem dúvida a mídia predadora tem grande responsabilidade nisso.Com a autorização dos políticos corruptos promove a prostituição a pervercidade de jovens através de programas feitos sob medida para mentes despreparadas dando uma super valorização ao "ter" e não ao "ser".5-O egocêntrismo da classe dominante que nunca se importou com o social.A burguêsia que hoje pede paz.Paz para continuar vivendo nas mansões de Angra dos Reis.Paz para não ter que esperar nos aeroportos internacionais.Paz para comer seu caviar no restaurante de luxo e não ser assaltado na saída.E vai por aí a fora...Diante desse quadro acho muito difícil que esse país venha a mudar um dia.
thiago - malden 10/27/2007 6:15:21 AM
bandido tem que ser morto mesmo e ninguem tem o direito de sentir pena destas criaturas sem sentimentos e que matao por prazer,eu vi o filme tropa de elite e concordo em genero numero e grau com o bope (A POLICIA DO RIO)bandidos tem que ser executados sem piedade porque se depeder deles isto eles farao com voce e sua familia,ai aparece aqueles idiotas dos direitos humanos protegendo a bandidagem,quando um policial morre eles nao aparecem,deveria mudar o nome de direitos humanos para deitos dos bandidos.eu acho que a policia tem que ser mas agressiva com os bandidos.
Leitor cadastrado.
Faça o login para comentar!
Novo no site?
Cadastre-se para comentar e receber um e-mail quando tiver novas notícias.