Login

E-mail

Senha

Lembrar

Cadastre-se

Menu
HOME

  INDIQUE!

  COMUNIDADE
NO ORKUT
 

AMIZADES

  ASSINAR O NATIONAL
 

BLOGS

  BRAZILIAN SUPERLIST
 

  CÂMARAS DE COMÉRCIO
 

  CLASSIFICADOS
GRÁTIS
 

CONSULADOS

DINHEIRO

FESTAS

IMIGRAÇÃO
IMÓVEIS

NATIONAL

NOTÍCAS

TEMPO

VIDEOS

RSS FEED
Brasil|Leia o jornal National na versão integral
Envie essa matéria para um amigo


2/27/2008 - 8:14

Violência na sala de aula


Fonte: Agência BR NEWS

Juliana Melo

Assassinatos em centros de ensino comovem os Estados Unidos e põem em alerta os brasileiros que têm filhos em idade escolar.



Na semana passada, mais um episódio de violência numa universidade chocou os Estados Unidos. Armado com duas pistolas e um fuzil, Stephen Kazmierczak, de 27 anos, ex-aluno de sociologia, vestiu-se de preto, subiu num palco de uma sala de aula da Northern Illinois University, em DeKalb (Illinois), e começou a atirar contra os alunos. Seis pessoas morreram e pelo menos 20 ficaram feridas antes que o atirador cometesse o suicídio. A polícia ainda não descobriu a motivação do crime.

O caso é o mais recente, mas não foi o único deste mês. Nas últimas semanas, uma série de acontecimentos envolvendo armas de fogo e mortes foram parar nas páginas dos jornais.

Dois dias antes, um estudante atirou em um colega de turma na lanchonete de uma escola secundária em Memphis, Tennessee. Há sete dias, uma estudante matou outra antes de cometer suicídio em uma universidade na Louisiana. Na quinta-feira, 14, um homem abriu fogo em uma escola em Ohio, ferindo a própria esposa diante dos alunos dela, antes de fugir e cometer suicídio.

E ainda tem mais.

No mesmo dia 14, uma reunião do conselho municipal de uma cidade do Missouri foi cenário de outro episódio de violência, quando um homem abriu fogo contra sete pessoas, matando cinco, antes de cometer suicídio. Esta semana, o campus da Universidade de Seton Hall, em New Jersey, ficou fechado por um curto período depois que um homem que estava tentando ver um aluno na universidade se suicidou.

A violência associada ao desequilíbrio emocional dos atiradores assusta e vem causando preocupação, principalmente, nos pais que têm filhos em idade escolar.

Comunidade aflita

Nossa comunidade, que enfrenta os desafios de vencer as barreiras culturais para inserir seus filhos nas escolas e universidades norte-americanas, ficou aterrorizada com tanta matança.

Para muitos brasileiros, esses incidentes aumentam a necessidade das famílias estarem mais presentes no dia-a-dia de seus filhos. Adenilza Kill, mãe de um jovem que atualmente reside no Brasil e de uma garotinha de apenas dois anos que está sendo criada nos Estados Unidos, teme pelo futuro. “Já temos preocupação em proteger nossos filhos das drogas e de outros perigos, agora ainda tem essa questão de jovens desajustados para nos tirar o sossego”, observa.

Na opinião de Adenilza, os Estados Unidos são terreno fértil para esses acontecimentos. Ela considera que a sociedade norte-americana é muito fria e os pais não dão o carinho que os filhos precisam. “Falta amor. As famílias americanas são muito frias, acho que no Brasil não temos tantos casos assim porque nossa educação é mais calorosa”, opina.

Heloísa Galvão, do Grupo Mulher Brasileira e coordenadora de campo para famílias de língua portuguesa das escolas públicas de Boston (MA), considera que esses assassinatos contribuem para criar um medo generalizado em adultos e em crianças. “Estes casos, a meu ver, deixam as pessoas aterrorizadas; ficamos com medo, pavor, de que aconteça algo semelhante na escola dos nossos filhos”, analisa.

Ela salienta, no entanto, que as tragédias podem despertar os pais a participar mais da vida de seus filhos. A melhor forma de proteger crianças e adolescentes, diz ela, é através da informação e da educação. “Quanto mais informados e educados estivermos sobre um assunto, melhor preparados estaremos para nos defendermos e nos protegermos. Acho importantíssimo que pai e mãe, mesmo que nao vivam juntos, tenham um diálogo franco com os filhos, conversem abertamente sobre o que acontece no bairro, no país e no mundo e até sobre o que acontece em casa numa linguagem que a criança ou o adolescente entenda”.

Heloísa aconselha: “é importante que os pais entendam a cultura americana, falem a língua para que possam saber o que os filhos fazem, lêem, escrevem, com quem andam, onde vão. Isto não é controle, é educação responsável”, completa.
Envie essa matéria para um amigo

Comentários. Deixe o seu!

Seja o primeiro a deixar a opinão sobre esse assunto!

Leitor cadastrado.
Faça o login para comentar!

E-mail

Senha

Lembrar de mim neste computador



Novo no site?
Cadastre-se para comentar e receber um e-mail quando tiver novas notícias.

E-mail

Zip-code

Senha

Confirme a senha


Aceitando nossos e-mails, você receberá as notícias do site diretamente em sua caixa postal e eventualmente, promoções, como ingressos grátis para eventos brasileiros e/ou ofertas exclusivas aos usuários cadastrados do site.






© 2004 Brazilian Superlist . Todos os direitos reservados.
Aviso Legal. Política de Privacidade